28 de setembro de 2011

Para Nóia: na luta contra o “crack”.

                                                                                         Imagens: Lumi Zunica / AE


Com o intuito de mostrar as verdadeiras e reais conseqüências socioeconômicas derivadas pelo uso do crack, levou o cineasta baiano Harrison Araújo a produzir o seu primeiro longa-metragem.  O filme estar na faze de pré-produção e contara com filmagens na Bahia, São Paulo, e nas cidades de Medellin e Bogotá (ambas na Colômbia).

Para Nóia titulo do filme segundo o seu diretor vai atrás da construção de novos caminhos para o diálogo como estar realidade. Entrar nas “crackolândias” demonstrar as relações criadas pelos usuários de drogas e a sociedades.

Estar ação é bastante louvável e vamos ficar na torcida que o intuito do filme de provocar um debate com toda sociedade seja alcançado. Permitindo a construção de novos conhecimentos possibilitando enxerga melhor as causas, fornecendo novas idéias para uma melhor eficiência na prevenção, no seu combate, proporcionar uma melhor qualidade de vida que permita uma melhor reabilitação.
  
  A cada dia que passa o numero de usuário de crack só aumenta, hoje no Brasil estar entorno de 1,2 milhões tendo 13 anos de idade em média para o inicio do uso. Estes números são do psiquiatra Pablo Roig, tendo como base os dados do censo do IBGE.  Então já estar mais que na hora de uma mudança de pensamento, e estimular novas ações realmente efetivas para sanar essa situação. 

Fontes: Agência Brasil e Lívia Rangel. 

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